Salvador Dalí, o mestre. ("surrealismo: s.f; super-realista", contraditório né? como tudo na vida.)
"do Gr. hypocrisia, forma poética de hypócrísis, desempenho de um papel no teatro, dissimulação.
s. f.,
impostura, fingimento;
contradição ante o ato de falar e fazer;
manifestação de virtudes ou sentimentos que realmente não se tem."
Estava pensando. Pensando...Aliás, por que eu faço tanto isso? Prometo parar. Pelo meu bem, e pelo bem de todos que (ainda) me cercam. Eu fico imaginando o que uma pessoa pode fazer com a outra, como pode mudar atitudes, pensamentos, e aquilo que eu chamo de essência. O poder de mudar aquilo que se foi um dia. De destriuir todas aquelas pequenas sutilezas que faziam daquela pessoa, uma grande pessoa. E eu me pergunto, pra que? A minha vontade era dormir e não acordar, ou então, regar a cidade à vinho, acender meu cigarro e incendiá-la. Mas eu prometo manter cada parte de meus olhos abertas, inclusive a íris, por mais que ardam e lacrimejem, pra eu poder assistir (com um leve prazer, confesso) cada cena do espetáculo que está por vir. E quando ele acontecer, vou rir do drama como se fosse comédia, porque ser vingativa, infelizmente, faz parte de mim. Aguardo silenciosamente (porque agora, já não resta mais nada a falar) as cortinas se abrirem, e observo. E lembro, lembro que as pessoas tem todo o direito de não acreditarem em mim, mas algumas coisas são verdades, quer acreditem nelas, ou não.
A íris, é só porque colorido tem muito mais graça que em branco e preto.
Pena não ser burra, não sofria tanto.
s. f.,
impostura, fingimento;
contradição ante o ato de falar e fazer;
manifestação de virtudes ou sentimentos que realmente não se tem."
Estava pensando. Pensando...Aliás, por que eu faço tanto isso? Prometo parar. Pelo meu bem, e pelo bem de todos que (ainda) me cercam. Eu fico imaginando o que uma pessoa pode fazer com a outra, como pode mudar atitudes, pensamentos, e aquilo que eu chamo de essência. O poder de mudar aquilo que se foi um dia. De destriuir todas aquelas pequenas sutilezas que faziam daquela pessoa, uma grande pessoa. E eu me pergunto, pra que? A minha vontade era dormir e não acordar, ou então, regar a cidade à vinho, acender meu cigarro e incendiá-la. Mas eu prometo manter cada parte de meus olhos abertas, inclusive a íris, por mais que ardam e lacrimejem, pra eu poder assistir (com um leve prazer, confesso) cada cena do espetáculo que está por vir. E quando ele acontecer, vou rir do drama como se fosse comédia, porque ser vingativa, infelizmente, faz parte de mim. Aguardo silenciosamente (porque agora, já não resta mais nada a falar) as cortinas se abrirem, e observo. E lembro, lembro que as pessoas tem todo o direito de não acreditarem em mim, mas algumas coisas são verdades, quer acreditem nelas, ou não.
A íris, é só porque colorido tem muito mais graça que em branco e preto.
Pena não ser burra, não sofria tanto.